Podia intitular esta publicação “do 80 para o 8” e estaria a ser objectivo.
Contextualizando: os clientes dos meus serviços técnicos em casos de sério descontrolo da Varroose nos seus apiários encontrarão no meu arsenal de ferramentas três protocolos de resolução inovadores e tremendamente eficazes. Cada um com a suas características, com as suas grandes vantagens e algumas das suas pequenas desvantagens.
Os resultados em baixo são o resultado de aplicação de um desses protocolos. Em 9 dias, de 4 de março, data de aplicação do protocolo inovador de tratamento, a 13 de março, a taxa de infestação baixou de 14% para 1,6%. E no dia 24 de março permanecia na mesma taxa.
Os dados e as datas.
O padrão de postura a 24 de março.
A colónia: uma “resistente”, ou melhor, uma tolerante. Tem sido a matriarca de algumas dezenas de rainhas.
Neste apiário estão 18 colónias. Depois de uma tentativa frustrada de controlar a Varroose com um homologado com amitraz, colocado em 9 de janeiro e com infestação média entre os 2-3%, em meados de fevereiro com as infestações a arranharem o ceú (10%+) vi-me obrigado a recorrer a este protocolo de última linha (a 14 de fevereiro). Salvei todas as colónias deste apiário. Só neste apiário o meu cliente recuperou o seu investimento nos meus honorários neste primeiro momento, e tornou a recuperar com as 31 novas colónias que fez de lá para cá.
Nota: Para mais esclarecimentos sobre os meus serviços técnicos podem entrar em contacto para o e-mail: jejgomes@gmail.com
Apicultor, formador e consultor apícola e autor do blogue Abelhas à Beira. Escreve a partir da prática no apiário, procurando cruzar a observação de campo com a melhor informação científica e técnica disponível, sobretudo nas áreas da sanidade, Varroa, nutrição, Vespa velutina e maneio das colónias.
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