Há ideias a que fui regressando neste blogue porque, mesmo quando não estavam suficientemente amadurecidas para se transformarem numa solução recomendável, continuavam a parecer-me boas perguntas. Uma delas acompanha praticamente toda a história que aqui tenho feito da Vespa velutina: se encontramos as obreiras com relativa facilidade, mas não encontramos os ninhos de onde elas vêm, porque não utilizar precisamente essas obreiras para levar até ao ninho aquilo que nós não conseguimos lá colocar? Foi assim que comecei, há quase dez anos, a falar dos Cavalos de Troia.
Entre 2017 e 2018 dediquei várias publicações ao assunto. Escrevi sobre atraentes para capturar as velutinas vivas, sobre os biocidas que poderiam transportar, sobre fipronil, permetrina, spinosad, reguladores de crescimento e sobre a possibilidade de utilizar não apenas adulticidas mas também larvicidas [1-8]. Procurei igualmente acompanhar as soluções encontradas pelos apicultores para um problema aparentemente menor, mas decisivo: fazer o produto acompanhar a vespa durante a viagem sem a matar antes de ela chegar ao destino. Numa das técnicas que então apresentei, o insecticida era misturado com um produto que ajudava a mantê-lo aderente ao corpo da velutina. Hoje pode parecer uma solução rudimentar, mas a pergunta continua perfeitamente actual: como fazer uma pequena quantidade de insecticida viajar vários minutos numa vespa, chegar ao ninho e só então produzir o efeito que pretendemos?
Com o tempo fui percebendo que chegar ao ninho era apenas metade do problema. Em 2021 trouxe para o blogue os trabalhos de Juliette Poidatz sobre a distribuição dos alimentos no interior das colónias de V. velutina [9]. Se a vespa transporta um alimento contaminado, a quem o entrega? Quanto chega às larvas e às outras operárias? Um Cavalo de Troia pode matar muito eficazmente o indivíduo que o transportou e ser praticamente irrelevante para os milhares de indivíduos que constituem a colónia. Esta questão ganhou ainda maior interesse quando apareceram os estudos com iscos proteicos contendo fipronil, primeiro noutras vespas sociais e depois directamente em V. velutina. Em 2023, Barandika e colaboradores encontraram uma redução significativa da pressão nos apiários mais atacados utilizando uma concentração muito baixa de fipronil [10-12]. Seguiram-se neste blogue várias publicações sobre concentração, escolha do insecticida, experiências de apicultores e também resultados negativos [13-17].
Mais recentemente voltei ao assunto a propósito do Vespex e da experiência acumulada na Nova Zelândia, procurando comparar duas maneiras bastante diferentes de avaliar o mesmo problema: o risco de utilizar pequenas quantidades de fipronil e o risco ecológico de deixar uma espécie invasora continuar a expandir-se sem instrumentos de controlo suficientemente eficazes [19].
O Cavalo de Troia deixou assim de significar para mim uma receita concreta. Passou a designar uma família de estratégias com um princípio comum: utilizar a extraordinária capacidade da forrageadora para encontrar novamente o seu ninho como sistema de transporte para alguma coisa que pretendemos fazer chegar à colónia. E foi precisamente por isso que me chamou a atenção uma ferramenta espanhola chamada Loydern — Localización Y Destrucción Remota de Nidos. O meu agradecimento ao Paulo, Mel da Bairrada, e ao Domingos Tavares por terem chamado a minha atenção para este dispositivo!

Uma pequena encomenda transportada pela própria velutina
A Loydern não é um insecticida. É uma pequena cápsula vazia que se prende à vespa. O conceito é extraordinariamente simples: captura-se uma velutina, coloca-se a cápsula e liberta-se novamente o insecto. A velutina faz depois aquilo que sabe fazer muito melhor do que nós: encontrar o seu ninho.
Mas a parte mais engenhosa está no sistema utilizado para atrasar a abertura. O pequeno orifício da cápsula é fechado com um disco de batata ou cenoura. À medida que esse material perde água, contrai-se e acaba por se desprender. Segundo o inventor, o processo demora habitualmente duas a três horas [18]. Não há bateria, relógio ou mecanismo electrónico. Há apenas um pequeno pedaço de tecido vegetal a secar. A ideia é que, quando a cápsula finalmente abre, a transportadora já esteja dentro do ninho.
O fabricante refere que a vespa consegue transportar cargas na ordem de algumas dezenas de miligramas, recomendando não ultrapassar cerca de 40 mg para não comprometer demasiado o voo [18]. Os vídeos mostram inequivocamente velutinas a voar com estas cápsulas e, mais interessante ainda, existem imagens de vespas a entrarem num ninho transportando-as. Portanto, a primeira parte do conceito funciona: a velutina consegue fazer a entrega. O que ainda não sabemos suficientemente bem é o que acontece depois.
Por que razão o inventor escolheu a transflutrina?
Em 2021, o inventor procurou entre os insecticidas domésticos contra mosquitos uma substância suficientemente volátil e experimentou a transflutrina existente numa recarga Raid Night & Day que, segundo o rótulo então utilizado, continha 300 mg desta substância activa [19].
A escolha não foi arbitrária. A transflutrina é um piretróide relativamente volátil e existem produtos biocidas que exploram precisamente a sua libertação por vapor [20,21]. Isto distingue-a muito de insecticidas residuais como a cipermetrina ou de substâncias como o fipronil. Num isco proteico com fipronil, é a própria alimentação e transferência de alimento dentro da colónia que distribui o insecticida. Numa cápsula que simplesmente abre, precisamos de outro mecanismo. A volatilidade oferece precisamente a possibilidade de o insecticida se deslocar do ponto onde foi libertado para outras partes do interior do ninho.
O inventor relata ter começado com uma preparação mais concentrada, verificando que as transportadoras eram afectadas demasiado depressa para conseguirem voar, e ter depois reduzido a concentração até conseguir que as vespas transportassem normalmente as cápsulas [19]. Num dos seus vídeos mais interessantes, três velutinas são observadas a entrar num ninho transportando-as e posteriormente verifica-se uma forte inactivação da colónia. O inventor vai mais longe e admite que, em determinadas condições, uma única cápsula poderá ser suficiente para destruir um ninho.
É precisamente neste ponto que a história começa a ficar mais interessante.
Muito divulgado em Espanha, mas pouco testado por quem não o inventou
O Loydern não é uma novidade escondida num canto da Internet. O sistema teve bastante divulgação em Espanha, particularmente nas regiões onde a velutina constitui um problema sério. Os vídeos foram partilhados, discutidos em páginas e grupos ligados à apicultura e à vespa asiática e aparecem em fóruns perguntas de apicultores interessados em saber se realmente funciona.
Perante esta divulgação, fui procurar aquilo que para mim interessa ainda mais do que os vídeos do inventor: o que dizem os apicultores que compraram as cápsulas e experimentaram o sistema independentemente?
E encontrei uma situação curiosa. Há muita gente a falar do Loydern, muitas partilhas dos mesmos vídeos e muitas perguntas sobre o seu funcionamento, mas surpreendentemente poucos relatos independentes suficientemente detalhados para sabermos exactamente o que foi feito e qual foi o resultado. Em algumas discussões, quem apresenta ou divulga o método reconhece inclusivamente que nunca o experimentou. Depois de vários anos de comercialização e divulgação seria razoável esperar encontrar muito mais experiências documentadas caso a relação entre algumas cápsulas e a destruição de um ninho fosse tão simples e reprodutível como os vídeos podem fazer parecer.
O melhor testemunho independente que encontrei está num fórum espanhol dedicado à vespa asiática [22]. Um participante afirma ter utilizado Loydern num caso particularmente interessante porque sabia onde estava o ninho, instalado numa parede de blocos. Segundo o seu relato, ao longo de aproximadamente uma semana enviou cerca de 25 velutinas equipadas com cápsulas. Reconhece que provavelmente nem todas chegaram ao destino, mas no final refere que o ninho ficou inutilizado.
Um testemunho num fórum não é um ensaio científico e não sabemos sequer quantas das 25 cápsulas chegaram efectivamente ao ninho. Mas é interessante precisamente porque o resultado não coincide com a versão mais optimista apresentada pelo inventor. Num caso vemos três velutinas entrarem e é sugerido que uma cápsula poderá eventualmente bastar; no outro foram necessárias cerca de 25 tentativas durante uma semana para obter o resultado pretendido.
A verdade pode estar em qualquer ponto entre estes dois extremos. Talvez naquele caso apenas cinco das 25 vespas tenham conseguido entregar a cápsula. Talvez tenham sido quinze. Talvez a dimensão e a fase de desenvolvimento dos dois ninhos fossem completamente diferentes. Não sabemos. E é precisamente esse “não sabemos” que me parece mais importante do que escolher entre acreditar no inventor ou no utilizador do fórum.
O problema agrava-se quando não sabemos onde está o ninho
Há ainda uma dificuldade que me é particularmente familiar porque já apareceu nas minhas publicações anteriores sobre Cavalos de Troia. O testemunho espanhol refere-se a um ninho conhecido. Isso permite capturar velutinas associadas àquele local e repetir sucessivamente o procedimento.
Num apiário a situação é diferente. As vinte velutinas que encontramos diante das colmeias podem não pertencer todas ao mesmo ninho. Podem vir de dois, cinco ou dez ninhos diferentes. Colocar vinte cápsulas em vinte vespas não significa portanto enviar vinte cápsulas para uma colónia. Podemos estar a distribuir a intervenção por vários ninhos, alguns recebendo uma única transportadora.
Esta questão pode explicar parte da enorme variabilidade que encontramos nos Cavalos de Troia. E significa também que uma afirmação como “30 cápsulas permitem eliminar 30 ninhos” não pode ser retirada simplesmente do número de cápsulas existentes numa embalagem. Antes de fazermos contas económicas precisamos de conhecer duas probabilidades: quantas vespas completam efectivamente a entrega e quantas entregas são necessárias, em média, para destruir um ninho.
Uma experiência relativamente simples resolveria grande parte da discussão
É talvez o aspecto mais frustrante desta história. Não seria particularmente difícil testar seriamente uma ideia tão interessante.
Bastaria trabalhar com algumas dezenas de ninhos previamente localizados, distribuir aleatoriamente as colónias por um grupo controlo e grupos que recebessem diferentes números de cápsulas, confirmar tanto quanto possível a entrada das transportadoras e acompanhar posteriormente a actividade. No final, os ninhos deveriam ser desmontados para verificar adultos, criação, rainha e futuros reprodutores.
Ficaríamos então a saber aquilo que neste momento ninguém parece saber: qual a probabilidade de destruição de um ninho depois de uma, três, cinco, dez ou vinte entregas?
E poderíamos acrescentar outra experiência ainda mais esclarecedora: medir a concentração do insecticida no ar em diferentes pontos do interior do ninho depois da abertura de uma cápsula. Saberíamos finalmente se a volatilidade da transflutrina, que está bem estabelecida do ponto de vista físico-químico, se traduz realmente numa concentração e distribuição suficientes para explicar a mortalidade observada.
Seriam duas experiências relativamente simples que transformariam uma ideia engenhosa numa tecnologia quantificável — ou demonstrariam as suas limitações.
E o preço?
As cápsulas são relativamente baratas. À data desta publicação, um conjunto de 30 cápsulas vazias custa 24,20 €, aproximadamente 81 cêntimos por unidade [23]. O custo do dispositivo não parece, portanto, ser o principal obstáculo.
Mas não faria ainda a conta de 81 cêntimos por ninho. Se uma cápsula bastasse regularmente, seria extraordinariamente barato. Se forem necessárias cinco, passamos para cerca de quatro euros apenas em cápsulas; se forem necessárias vinte, aproximamo-nos dos dezasseis euros, antes de contabilizar produto, tempo de captura e colocação e as tentativas que não chegam ao destino. O testemunho independente das cerca de 25 velutinas mostra precisamente porque o número que interessa economicamente não é o preço da cápsula, mas o número médio de cápsulas utilizadas por ninho efectivamente destruído.
E ficam as questões ambiental e jurídica
A grande promessa ambiental desta técnica parece-me evidente. Se conseguirmos transportar uma quantidade muito pequena de insecticida directamente para o interior de uma colónia invasora e libertá-la apenas ali, a quantidade total de substância activa necessária poderá ser muito inferior à utilizada por técnicas menos dirigidas. Mas esta vantagem também precisa de ser demonstrada. Uma vespa que não regresse ao ninho poderá deixar uma cápsula noutro ponto do ambiente e um ninho destruído mas não localizado continuará no terreno com adultos e criação eventualmente contaminados.
Também juridicamente convém não confundir conceitos. Uma substância activa aprovada, um produto biocida autorizado e um modo de aplicação autorizado são três coisas diferentes. Existem em Portugal biocidas autorizados contra vespas e ninhos de vespas e existem produtos autorizados contendo transflutrina para outras utilizações. Não encontrei, contudo, uma autorização portuguesa para utilizar transflutrina através de cápsulas transportadas por Vespa velutina. A descrição das experiências realizadas pelo inventor tem, portanto, finalidade informativa e de análise e não constitui uma recomendação para preparar ou utilizar qualquer biocida fora das condições da respectiva autorização.
Quase dez anos depois das primeiras publicações que fiz sobre Cavalos de Troia, continuo a achar fascinante a mesma ideia: utilizar uma vespa que sabemos encontrar para chegar a um ninho que não sabemos onde está. O Loydern acrescenta-lhe uma solução particularmente engenhosa: em vez de fazer a velutina transportar o insecticida no alimento ou agarrado ao corpo, damos-lhe uma pequena encomenda com abertura retardada e deixamos que ela faça a entrega.
Depois desta investigação não considero o Loydern uma simples curiosidade. O princípio faz sentido, a vespa consegue transportar a cápsula, a escolha de um insecticida volátil tem fundamento e existe pelo menos um testemunho independente compatível com a destruição de um ninho. Mas também encontrei uma diferença demasiado grande entre a enorme divulgação do sistema em Espanha e a escassez de resultados independentes documentados. E o melhor testemunho que encontrei é bastante menos espectacular do que as afirmações mais optimistas do inventor.
Talvez seja essa, por enquanto, a conclusão mais justa: muito divulgado, pouco testado e suficientemente interessante para merecer ser testado a sério.
Bibliografia
Publicações anteriores no Abelhas à Beira
- Abelhas à Beira (2017). Vespa velutina: novo atraente e novo cavalo de tróia.
- Abelhas à Beira (2017). Luta contra a velutina: novas armas.
- Abelhas à Beira (2017). Vespa asiática: os melhores atraentes.
- Abelhas à Beira (2017). Vespa asiática: alguns biocidas para os cavalos de troia.
- Abelhas à Beira (2017). Vespa asiática: cavalos de tróia validados por estudo realizado no País Basco.
- Abelhas à Beira (2017). Luta contra a vespa asiática: o que é um larvicida?
- Abelhas à Beira (2018). Eu faço assim: combate à vespa asiática.
- Abelhas à Beira (2018). Vespa asiática: nova técnica para produzir cavalos de tróia.
- Abelhas à Beira (2021). Estudo da distribuição de alimentos em ninhos de Vespa velutina e suas implicações na estratégia de controlo por meio de Cavalos de Tróia.
- Abelhas à Beira (2022). Remoção bem-sucedida de vespas germânicas (Hymenoptera: Vespidae) por isca tóxica.
- Abelhas à Beira (2022). Não detecção de contaminação de colmeias de abelhas após uso de isca para vespas com proteína contendo fipronil. Esta publicação apresenta precisamente os dados do Vespex na Nova Zelândia e a procura de resíduos de fipronil em abelhas, larvas, mel e pólen.
- Abelhas à Beira (2023). Vespa velutina: avaliação da eficácia dos iscos proteicos com fipronil em estudo espanhol. É a publicação onde apresenta o ensaio de campo com 222 apicultores e a concentração experimental de 0,01% de fipronil.
- Abelhas à Beira (2023). Vespa velutina: estamos a utilizar demasiado fipronil nos cavalos de troia?
- Abelhas à Beira (2023). Vespa velutina: efeito inicial dos iscos num apiário com pressão elevada.
- Abelhas à Beira (2023). Vespa velutina: efeito inicial dos iscos proteicos — apêndice. Nesta publicação acrescenta os testemunhos de três apicultores que relataram uma diminuição muito acentuada da predação após a utilização dos iscos. abelhasbeira.WordPress.2026-08-13.xmlXML
- Abelhas à Beira (2023). Vespa velutina: qual o insecticida adequado para os iscos proteicos? A publicação compara precisamente a escolha do fipronil na Nova Zelândia e no estudo espanhol com outras possibilidades de controlo químico.
- Abelhas à Beira (2023). Vespa velutina: os cavalos de troia são ineficazes?
- Abelhas à Beira (2026). Armadilha Zero Velutina 2.0: o que é e análise crítica.
- Abelhas à Beira (2026). Iscos proteicos com fipronil: duas formas de olhar para o mesmo problema. Publicado em 6 de agosto de 2026. É particularmente importante nesta sequência porque retoma explicitamente os Cavalos de Troia e contrapõe a rejeição ambiental automática do fipronil à sua utilização controlada em iscos proteicos, recorrendo à experiência do Vespex na Nova Zelândia.
Literatura científica e outras fontes
- Barandika, J. F. et al. (2023). Efficacy of Protein Baits with Fipronil to Control Vespa velutina nigrithorax in Apiaries. Animals, 13, 2075.
- Poidatz, J. Trabalhos sobre transferência/distribuição alimentar no interior das colónias de Vespa velutina e suas implicações para estratégias de controlo por Cavalo de Troia.
- Kishi, S. & Goka, K. (2017). Review of the invasive yellow-legged hornet, Vespa velutina nigrithorax (Hymenoptera: Vespidae), in Japan and its possible chemical control. Applied Entomology and Zoology, 52, 361–368.
- Edwards, E. D. et al. Trabalhos sobre utilização de iscos proteicos contendo fipronil no controlo de Vespula na Nova Zelândia e desenvolvimento/utilização do Vespex.
- Ward, D. F. et al. Estudo da exposição de colónias de Apis mellifera ao fipronil associada à utilização de Vespex na Nova Zelândia.
- Loydern (2021). Experimentando con piretrinas volátiles: el insecticida que alcanza hasta el último rincón del avispero. Relato experimental do inventor sobre utilização de transflutrina.
- Loydern. Funcionamiento e instrucciones de uso de las cápsulas Loydern. Documentação técnica do fabricante.
- Foro Avispa Asiática, Vespa Velutina y Vespa Soror (2022). Cápsulas Loydern. Discussão e testemunho independente de utilização do sistema.
- European Chemicals Agency (ECHA). Transfluthrin — Product Type 18: Insecticides, acaricides and products to control other arthropods. Documentação regulamentar europeia.
- Estudos experimentais sobre transflutrina enquanto piretróide volátil e sobre a sua libertação e ação através da fase vapor.
- Direção-Geral da Saúde. Produtos biocidas autorizados em Portugal — TP18. Listas de produtos de uso profissional e não profissional consultadas em agosto de 2026.
- Loydern. Loja oficial e informação comercial sobre cápsulas e acessórios. Consultado em agosto de 2026.

























