Ontem continuei, com a ajuda do Frederico Passas, a cresta dos meis claros no apiário das Langstroth a 600m de altitude.
Hoje, com a ajuda de minha mulher, voltei ao apiário das Lusitanas, para continuar a cresta iniciada a 3 de julho.
Apiário que combina três tipos de colónias: colónias novas só no ninho, colónias com grelha excluidora que serviram aos desdobramentos pela técnica Doolittle e colónias dedicadas exclusivamente à produção, as mais altas.
As colónias que serviram aos desdobramentos, às quais já crestei um sobreninho, hoje crestei-lhes uma meia-alça (alça) como a da foto em baixo.
Depois de tantas malfeitorias, a pior delas obrigar a rainha a manter-se no ninho desde praticamente o início de março, estas colónias acabam a produzir cerca de 40 kgs de mel.
Saídos de casa com algum sol por detrás de nuvens altas, chegámos a casa com névoa e um borrifo. Melhor para a melada!
Nota: Fred poderá haver quem pense “bo bem mou finto”, apesar de ontem teres testemunhado o mesmo no apiário das Langstroth.
Apicultor, formador e consultor apícola e autor do blogue Abelhas à Beira. Escreve a partir da prática no apiário, procurando cruzar a observação de campo com a melhor informação científica e técnica disponível, sobretudo nas áreas da sanidade, Varroa, nutrição, Vespa velutina e maneio das colónias.
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