eficácia do tratamento de final de verão contra a varroa: discrepâncias

Hoje, cerca de 2 meses após a colocação das tiras de Apivar nas minhas colmeias, tenho todas as colmeias vivas e, sobretudo, sem qualquer indício de varroa. Em cerca de 600 colmeias não vi abdómens atrofiados, asas deformadas, criação com sinais de parasitação, varroas em cima das abelhas,… uma limpeza, um contentamento!

Fig. 1: Quando virem algo parecido nas vossas colmeias após 30 dias o início do tratamento fiquem muito preocupados e empreendam acções remediativas.

Quando leio referências a 40%-50% de mortalidade de enxames por varroose neste período de fim de verão início de outono, tento encontrar as razões que expliquem esta discrepância tão grande com a minha realidade: 0% de mortalidade por varroose até agora.

Num post que publicarei em breve irei referir de forma detalhada o que fiz este ano de diferente e que acredito está por detrás do sucesso na luta que travei/travo contra a varroa.

Antes desse post falta-me saber se os 40%-50% de mortalidade por ineficácia dos tratamentos são a regra ou são a excepção? Falta-me saber se os 0% que obtive até agora são a a regra  ou são a excepção? Quais são os vossos números? Como trataram?  Se desejarem responder podem fazê-lo na área dos comentários.  Se desejarem preservar o vosso anonimato eu apenas apresentarei os dados sem identificar quem deseja permanecer anónimo. Espero que me ajudem a ajudar-nos. Estes dados podem trazer alguma luz e contribuir e muito para a nossa aprendizagem.

Nota: se esta iniciativa tiver uma resposta positiva da vossa parte conto voltar a fazer algo do género acerca do que está a dar algum resultado no combate à velutina. Vejamos se somos capazes de assumir os nossos próprios riscos, se somos capazes de em conjunto procurar soluções ou se, pelo contrário, vamos continuar a olhar para o estado, que estou certo não vai fazer nem mais nem melhor do que tem feito até agora.

12 thoughts on “eficácia do tratamento de final de verão contra a varroa: discrepâncias”

  1. Aqui não importa se foi Apivar ou outro…diria que 20% de perdas, o dobro do normal, quer tenham sido colmeias tratadas com Apivar (núcleos) ou com os Bio. Entre varroas, zanganeiras e as normais falhas de raínhas inferiores.
    Colegas da zona de Alverca variam de 25 – 50% de perdas. Colegas da zona do couço com também boas perdas. Em Loures, no vale foi uma razia com 50% de perdas em colmeias que no fim de março nas amostragens vinham limpas de varroa quer no frasco quer na cria de zangão. Em Mafra, relatos de menos perdas com os normais 10%. Na Serra D’Aire a minha parte Norte em MPB tem menos de 10% de perdas o que é muito bom. Felizmente que o Outono veio, e uma melada de carvalho nunca antes vista, permitiu repôr todo o efetivo e ficar com sobras ainda assim.

    1. Obrigado Afonso pelo comentário.

      Para comparar laranjas com laranjas e uma vez que eu tratei com Apivar duas vezes este ano e tive uma eficácia de 100% até agora, dos apicultores que conheces e que trataram com Apivar (sublinho o nome da marca, porque tratar com amitraz, através de formulações e veículos feitos em casa, e tratar com Apivar podem ser duas coisas muito diferentes), que percentagem de mortalidade tiveram por varroose neste final de verão, início de outono?

      Pergunto ainda: quantos tratamentos fizeram ao longo do ano? Quais os timings? Quanto tempo deixaram as tiras de Apivar nas colmeias? Quais os procedimentos em concreto de aplicação das tiras: colocaram-nas entre os quadros com criação? recolocaram-nas nas zonas de criação passadas 4 a 6 semanas após o início do tratamento? Qual a taxa de infestação pré-tratamento?

      Estas em meu entender deverão ser as questões iniciais: estarão os apicultores que têm elevadas taxas de mortalidade a colocar as tiras de Apivar a tempo, no local indicado da câmara de criação e durante o tempo necessário?

      Muito mau serviço à apicultura será deixar no ar a suspeita que tratamentos eficazes, como o Apivar no meu caso, se tornaram ineficazes por alegadas resistências, quando a causa da sua ineficácia muito provavelmente está escolha tardia do momento da sua aplicação, na colocação em local inadequado das tiras e na incorrecta duração do tratamento.

      Se não tivermos cuidado na análise dos dados que nos chegam, se não destrinçarmos os detalhes, uma excelente ferramenta pedagógica como um blog, pode tornar-se uma fonte de mal-entendidos e de abordagens/soluções fantasiosas. Andar a gritar pelo lobo quando não há lobo nenhum não ajuda a comunidade apícola, alarma-a e desconcentra-a dos seus verdadeiros problemas e soluções.

      Relativamente aos outros motivos de mortalidade (colmeias zanganeiras, orfãs, rainhas com pouca qualidade) se tiveres dados mais detalhados agradeço que mos envies para o meu e.mail pois estou a preparar um post sobre esta realidade com dados pessoais e julgo que aqui também irei encontrar discrepâncias. Graças à net, instalou-se a ideia que os desdobramentos e o aumento de efectivo podem ser feitos durante os 365 dias do ano. Há quem consuma estes disparates de forma acrítica e tome por verdadeiras estas histórias da carochinha esquecendo o mais básico: para termos rainhas bem fecundadas são precisos zângãos nas zonas de congregação em quantidade e saudáveis. Não chega encontrar meia-dúzia deles nas nossas colmeias (em especial se estas colónias têm zângãos porque foram enganadas com alimentação artificial) para concluir que se podem e devem produzir rainhas e dividir as colónias.

      Boa sorte com a melada, um mel que estou habituado a colher, mas que este ano foi muito escasso nos meus apiários (a propósito ver http://abelhasabeira.com/?s=mel+bosque).

  2. Vou descrever abaixo os procedimentos que executei no meu apiário :
    28-07-2017 – Cresta
    05-08-2017 – Teste de varroa – em 250 abelhas encontrei 31 varroas, 12,5% de infestação – Tratamento com Apivar
    16-09-2017 – Teste de varroa – em 250 abelhas encontrei 24 varroas, 10% de infestação
    19-09-2017 – Tratamento com Thymovar
    Notas adicionais :
    – O tratamento da primavera foi feito com THYMOVAR a 07-03 (não fiz teste de varroa)
    – Fiz o testa à varroa em 2 de 13 colmeias
    – A inspeção de 16-09-2017 foi após as 6 semanas do tratamento com o APIVAR, todas as colmeias estavam com bastante população e praticamente sem cria (aberta ou fechada)
    – Vimos varroas em cima das abelhas não não vimos abelhas com asas deformadas
    – Sei que o meus vizinhos apicultores só começaram a tratar no inicio de Setembro
    – A 2ª parte do tratamento com THYMOVAR só termina dia 25-10.

    Tenha na ideia que só tive de tratar novamente as colmeias porque o 1º tratamento foi feito muito cedo e houve uma reinfestação…mas posso estar enganado.
    Tenho algum receio do THYMOVAR por causa das temperaturas altas (que aqui rodam 29/30º diurnos) e venha a ter percas de colmeias.
    Quando terminar o tratamento vou fazer novo teste, espero que esteja entre 1-2% de infestação.

    1. Bom dia, João!

      Muito obrigado pelos dados e testemunho que apresenta.

      Se entendi correctamente em o7-03 inicia o 1º tratamento de 2017 com Thymovar. De acordo com o protocolo o tratamento nas duas fases deve durar cerca de 6 semanas. Sendo assim este 1º tratamento foi concluído em 21-04.
      Em 05-08, decorridos menos de 4 meses após o 1º tratamento com Thymovar, fez a contagem das varroas em abelhas adultas e encontrou uma taxa de infestação de 12,5%. Nesta altura, iniciou o 2º tratamento com Apivar. Passadas cerca de 5 semanas volta a fazer a contagem de varroas e encontra uma taxa de infestação de 10%. Volta a retratar as colmeias com Thymovar.

      De acordo com a sua análise coloca a hipótese de ter feito o 1º tratamento muito cedo. Está a referir-se ao 1º tratamento do ano, com Thymovar em 07-03, ou ao primeiro tratamento de final de verão com Apivar?

      Se está a referir-se ao tratamento com Apivar, a minha opinião é a oposta. De acordo com as taxas de infestação pré-tratamento que apresenta, 12,5%, colocou as tiras de Apivar demasiado tarde (ver este post http://abelhasabeira.com/o-timing-do-tratamento-contra-a-varroa-juntando-as-pecas/ e este outro http://abelhasabeira.com/fatores-de-risco-associados-as-falhas-dos-tratamentos-para-o-controlo-da-varroa-em-colonias-de-abelhas-sem-periodo-de-paragem-de-postura/).

      Por outro lado, ainda que eu compreenda a sua preocupação e a necessidade que sentiu de re-tratar com Thymovar, 5 semanas após o início do tratamento com Apivar, é muito cedo para concluir qualquer coisa acerca da sua eficácia: ver posts http://abelhasabeira.com/acaricidas-rapidos-e-acaricidas-lentos/; http://abelhasabeira.com/duracao-do-tratamento-com-apivar-6-a-8-semanas-ou-10-a-12-semanas/).

      Especulando um pouco, julgo que tudo irá correr bem com as suas abelhas uma vez que não viu abelhas com asas deformadas e dado que apresentam pouca criação.

      O que eu faria de diferente:
      1) procurava que o 1º tratamento do ano trouxesse os números da varroa abaixo dos 0,5% de infestação nas abelhas adultas; parece-me que o Thymovar não foi capaz de o fazer dado que passados menos de 4 meses após este tratamento concluído a taxa que encontrou foi de 12,5%;
      2) procurava que o 2º tratamento fosse realizado com uma taxa de infestação abaixo dos 3%.

      Certo ou errado nesta análise que faço do seu caso, a verdade é que por estas linhas de orientação passam boa parte das razões que eu encontro para que a mortalidade por varroose nos meus apiários seja de 0% até agora e desde o início do ano de 2017.

      1. Boa tarde
        Abaixo descrevo algumas duvidas.
        …”Se entendi correctamente em o7-03 inicia o 1º tratamento de 2017 com Thymovar. De acordo com o protocolo o tratamento nas duas fases deve durar cerca de 6 semanas. Sendo assim este 1º tratamento foi concluído em 21-04.”…
        Sim cada fase deve durar 3 semanas. A 1ª fase do tratamento sim foi iniciada a 07-03 e a 2ª fase a 02-04, logo, o tratamento foi retirado a 23-04.

        …”Passadas cerca de 5 semanas volta a fazer a contagem de varroas e encontra uma taxa de infestação de 10%. Volta a retratar as colmeias com Thymovar.”…
        Foram 6 semanas de 05-08 a 16-09.

        …”De acordo com as taxas de infestação pré-tratamento que apresenta, 12,5%, colocou as tiras de Apivar demasiado tarde”…
        Mas como podia tratar mais cedo se só crestei no dia 28-07? É certo que podia ter tratado logo no dia em que fiz a cresta, mas acha que essa semana seria assim tão importante para que não tivesse uma taxa de infestação alta após o tratamento com o APIVAR?

        …”1) procurava que o 1º tratamento do ano trouxesse os números da varroa abaixo dos 0,5% de infestação nas abelhas adultas; parece-me que o Thymovar não foi capaz de o fazer dado que passados menos de 4 meses após este tratamento concluído a taxa que encontrou foi de 12,5%;”…
        Realmente devia ter feito o testa à varroa no final do tratamento de primavera (THYMOVAR), mas comecei a desdobrar e já não o fiz…Esse teste seria importante para sabera eficacia do THYMOVAR e a % de varroa forética nas colmeias à entrada dos fluxos de nectar.

        …”2) procurava que o 2º tratamento fosse realizado com uma taxa de infestação abaixo dos 3%.”…
        Quer dizer que devo esperar uma taxa de infestação abaixo dos 3% após este ultimo tratamento com THYMOVAR certo?

        Obrigado pelas suas opiniões

        JO

        1. Boa tarde, João!
          Respondendo às suas questões:
          1) ”De acordo com as taxas de infestação pré-tratamento que apresenta, 12,5%, colocou as tiras de Apivar demasiado tarde”…
          Mas como podia tratar mais cedo se só crestei no dia 28-07? É certo que podia ter tratado logo no dia em que fiz a cresta, mas acha que essa semana seria assim tão importante para que não tivesse uma taxa de infestação alta após o tratamento com o APIVAR?”

          Iniciar o tratamento com Apivar quando o fluxo de néctar já é frouxo ou nulo, como costuma ser em Julho, apesar de ter meias-alças em cima com mel, a maioria operculado, não me preocupa. Os dados científicos que sustentam esta opção estão presentes em vários posts que já publiquei, entre outros este http://abelhasabeira.com/residuos-de-metabolitos-de-amitraz-no-mel-e-uma-pergunta/.

          ”2) procurava que o 2º tratamento fosse realizado com uma taxa de infestação abaixo dos 3%.”…
          Quer dizer que devo esperar uma taxa de infestação abaixo dos 3% após este ultimo tratamento com THYMOVAR certo?”

          Eu ficaria mais descansado se após este último tratamento a taxa de infestação fosse inferior a 0,5%. A taxa de 3% indica a taxa de infestação que nos deve induzir a fazer um tratamento tão cedo quanto possível. Dito de outra forma: procuro iniciar o tratamento (em especial o de verão) se a taxa de infestação estiver entre os 2% e os 3% e não acima.

          1. Ok, já percebi…vamos ver o que dá o teste após o dia 25-10.
            Em relação ás tiras de APIVAR nunca experimentei em coloca-las antes de tirar as alças…mas deve ser a melhor solução.
            Obrigado.
            JO

          2. Bom dia
            Entretanto surgiu-me outra duvida
            “Iniciar o tratamento com Apivar quando o fluxo de néctar já é frouxo ou nulo, como costuma ser em Julho, apesar de ter meias-alças em cima com mel, a maioria operculado, não me preocupa.”
            Mas o APIVAR está preparado para ser utilizado so com o ninho da colmeia certo? Se o vamos utilizar com as alças, sendo o interior da colmeia maior não o risco de o tratamento não ser eficaz?
            Mais uma vez obrigado
            Cmpts
            JO

          3. Boa tarde, João!
            Não tenho razões para pensar dessa forma. A minha experiência diz-me o contrário.

            As tiras devem estar em contacto com o coração das zonas de criação. As minhas colmeias em finais de Julho—início de Agosto apresentam em regra 2 a 4 quadros com áreas de criação. Importa-me nestas época colocar as tiras de Apivar exactamente entre estes quadros. Dá muito trabalho fazer isto em mais de 600 colmeias, levantar muitos milhares de quadros para localizar exactamente os quadros com criação, tudo isto debaixo do sol. Mas se assim não fosse muito provavelmente não teria 0% de mortalidade por varroose. Estou muito satisfeito porque fiz um trabalho bem feito e estou a recolher os frutos disso. Mais, tenho a esperança que aqueles que possam ter tido resultados menos bons com a utilização Apivar, possam neste momento questionar-se se fizeram tudo o que deviam ter feito para o Apivar ter sido bem sucedido, para o bem deles próprios e das suas abelhas.

          4. Pois, a experiência conta muito…vou começar a ser mais expedito na aplicação dos tratamentos.
            Ainda bem que coloquei estas duvidas, fiquei bem esclarecido e faz todo o sentido o que diz…
            Obrigado pela sua partilha de conhecimento.
            Bem haja!
            Cmpts
            JO

  3. Olá Eduardo

    Vou ser parco nas palavras elogiosas que bem merece pelas iniciativas valiosas para o progresso da apicultura e vou apresentar, da minha parte a outra face da moeda.
    1 – Apresentar uma taxa de 0% de mortalidade devida à varroa e estar disponível para partilhar esse conhecimento com todos os apicultores é mais do que uma qualidade, é uma virtude.
    Está conquistado o máximo da Escala e com o esforço de cada um teremos uma meta a atingir.
    2 – Pela minha parte, por razões acidentais, não pude fazer qualquer tratamento à varroa.
    O resultado foi 40-50% de mortalidade. Das restantes cerca de 40% debilitadas e 10% muito fortes.Digamos que atingi o grau zero com a falta de tratamento.
    Temos da Escala os graus: ” 100-COMO FAZER ” e ” 0-COMO NÃO FAZER ” .
    3 – É aqui que entra o apelo cívico importante à participação.
    A varroa é, actualmente, o maior problema da apicultura. Sem tratamento eficaz não há produção, não há venda de mel e não há sobrevivência.
    A graduação dos valores intermédios da Escala, entre zero e cem, só poderão ser aferidos com a participação interessada dos seguidores do Blog, que são muitos.
    Se cada apicultor relatar: o que fez, quando, onde, como e interpretar a percentagem de mortalidade, teremos os dados para as conclusões de um Estudo, que em cada ano se irá aperfeiçoando, com resultados vantajosos para todos.
    As expectativas são boas ? – Não são !
    Se meia dúzia de apicultores participar não teremos conclusões estatísticas, mas poderemos ter vagas indicações.
    O nosso ADN, ainda, não tem impressa a palavra ” partilhar “.
    Até há duas gerações anteriores tivemos um regime político que ensinou a estar quieto e calado e os costumes perduram !
    Eduardo, só posso desejar que tenha bons resultados. O sucesso será nosso.
    Cumprimentos

    1. Bom dia, José Marques!
      Muito obrigado pelo testemunho que apresenta! Entre a brincadeira e o sério pergunto-lhe se está a fazer um “bond-test”, à John Kefuss, com as suas colmeias?

      Centrando-me agora noutros aspectos dos seus comentários.
      Quando lancei este desafio à participação dos companheiros apicultores muito do que o José escreve acerca do provável nível de participação da comunidade me passou pela cabeça. Mas que esta descrença não nos tolha esta e outras iniciativas.

      Sei que sou muito lido, as estatísticas do blog indicam-me isso. Tenho a certeza também que se fizesse posts mais ligeiros, análises mais superficiais e, sobretudo, falasse da espuma dos dias, a taxa de comentários seria muito mais elevada.

      Confesso que fiquei surpreendido por nos últimos meses, período em que publiquei poucos posts, os números de visitas diárias não terem descido muito. Julgo que a explicação para tal prende-se com o conteúdo dos posts, que têm um período de vida útil de meses ou até anos para quem os lê. Como não pretendo que este blog seja um diário do que faço, mas sim uma reflexão mais profunda e duradoura sobre um conjunto de aspectos da apicultura, ainda que decorrentes do que faço e experiencio, muitos leitores abordam este blog como abordam um manual de apicultura. E não estou a dizer que este blog é um manual de apicultura, estou apenas e só a referir-me à abordagem por parte dos leitores que me parece semelhante. A qualidade dos comentários faz-me suspeitar que assim é

      Estou consciente que muitos se dispersarão pelos conteúdos que surgem nas redes sociais (faces e outras), mas aqui encontram o que não encontram por lá. Aqui têm o gosto de saborear o slow-speaking-about-bees, nas redes sociais vão quando pretendem ingerir o fast-speaking-about-bees!

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