Nesta publicação referi-me a um apiário salvo pelo conhecimento e pelo trabalho duro suportado nesse conhecimento.
Neste mesmo apiário e no passado dia 1 de abril, foi mais um dia de trabalho exaustivo, com as botas no terreno, a recolher dados, a equalizar colónias para uma linha de investigação que vai ser iniciada nos próximos dias e a fazer novos enxames.
Avaliámos as taxas de infestação, medidas em abelhas adultas por lavagem de 300 abelhas em álcool etílico a 96%, de todas as 18 colónias ali estacionadas. Tenho fotos dos resultados recolhidos em todas as colónias, e apresento algumas nesta publicação. A taxa máxima de infestação encontrada foi de 1,3% (4 varroas) e a mínima foi zero. A maioria das colónias tinha a infestação entre 0% e 0.3% (1 varroa), quando há cerca de 45 dias a maioria tinha algumas abelhas com asas deformadas e taxas acima de 10%.





Colmeias que a 14 de fevereiro estavam a caminho da perdição, um mês e meio depois estão como as fotos em baixo ilustram, tendo já dado abelhas e criação para fazer 28 núcleos como as fotos em baixo também ilustram.







Com as botas no terreno, a fazer aquilo que os “especialistas” que não sabem o que estou a fazer dizem que é impossível fazer o que estou a fazer. É divertida a natureza humana… “mas a terra move-se” como disse Galileu, apesar dos teóricos escolásticos da altura dizerem que era impossível a terra rodar em torno do sol!
Nota: Para mais esclarecimentos sobre os meus serviços técnicos podem entrar em contacto para o e-mail: jejgomes@gmail.com
Bom trabalho! Quem sabe sabe. Parabéns.