produção média nos apiários a 600 m de altitude

Hoje, por volta da 6,15 h, encontrava-me a caminho dos meus dois apiários a 600 m de altitude com dois objectivos em mente: identificar colmeias para transumar para os dois apiários que tenho neste momento em território de castanheiro e a cerca de 900 m de altitude, e fazer uma estimativa do mel armazenado à data.

Quando o desnível nos permite ver com alguma frequência o lado de cima das nuvens!

Nestes dois apiários a altitude mais baixa desdobrei cerca de 70% das colónias e deixei as restantes dedicadas à produção de mel, o que me deixou com 24 colónias, contas exactas, dedicadas ao mel. Tendo hoje visto com algum detalhe a quantidade de mel armazenado nas alças e nas meais-alças, verifico que a média não sendo nenhum sonho realizado, também não confirma o pesadelo que se afigurava até meados de maio.

Não tenho memória de neste local ter começado a colocar meias-alças a partir somente de meados de maio, e ter necessidade de alimentar a grande maioria das colónias até essa altura.
Praticamente pronto para seguir para a extracção.
Colmeia lusitana com ninho e sobreninho com grade excluidora. Várias das colmeias nesta configuração serviram dois propósitos em momentos diferentes: durante o mês de abril e até meados de maio contribuíram com quadros com criação e abelhas para os desdobramentos, e dessa altura até à data orientei-as para a produção de mel. Para me auxiliar nessa mudança de objectivo socorri-me da grade excluidora.

Quanto à produção global dos dois apiários a minha previsão aponta para os 400 kgs de mel claro. Se dividir este valor pelas 24 colónias dedicadas a este fim a média por colónia ronda os 16,5 kgs. Estou francamente convicto que esta média será ultrapassada pelas colónias dos dois apiários a 900 m de altitude, que a meteorologia deste ano está a favorecer claramente.

Configuração de uma de várias colónias no primeiro apiário a 900 m de altitude, com grade excluidora colocada a 17.05. Com o castanheiro nos “beginnings”, e com um belíssimo ano de marcavala, que está a dar as últimas.

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