principais sinais clínicos observáveis ​​numa colónia afetada por varroose

Nesta publicação apresento os principais sinais clínicos observáveis ​​numa colónia afetada por varroose.

Na criação:

  • padrão de cria operculada em mosaico/salpicada;
  • presença de ácaros varroa (fêmeas fundadoras e descendentes);
  • opérculos perfurados com um pequeno orifício;
  • alvéolos desoperculados revelando pupas mortas ou ainda vivas;
  • cadáveres larvais de cor castanho claro a castanho mais escuro;
  • cadáveres dissecados de larvas e/ou pupas;
  • abelhas mortas e/ou pupas com asas deformadas sob o opérculo no interior dos alvéolos;
  • canibalismo;
  • abelhas mortas ao emergir dos alvéolos (só a cabeça emerge, com a língua esticada).

Nas abelhas:

  • abelhas com asas deformadas (é pouco rigoroso falar em asas roídas porque nestas abelhas nada lhes roeu as asas);
  • abelhas com abdómenes atrofiados, mais ou menos descoloridos;
  • presença de ácaros varroa sobre as abelhas.

Nas colónias:

  • colmeias encontradas totalmente vazias, ou com pouquíssimas abelhas mortas à frente e no interior das colmeias, em alguns casos com pequenos aglomerados de abelhas mortas, às vezes em torno da rainha no topo dos quadros;
  • presença de mel e pão de abelha em quantidades apreciáveis.

Após a morte das colónias:

Encontramos um quadro clínico característico mostrando um lento despovoamento da colónia: as colmeias estão vazias de suas abelhas apesar da presença de reservas. É possível ver pontos brancos no interior dos alvéolos de cria que revelam a presença pregressa do parasita: são as fezes de ácaros Varroa formadas por cristais de guanina. Além disso, muitas vezes, cadáveres de ácaros varroa são visíveis no chão da colmeia.

fonte: GUIDE FNOSAD : vARROA ET vARROOSE

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