avaliação de rainhas: o caso de rainhas de má qualidade

Tendo lido este post e este outro, não devem restar dúvidas acerca das características de uma rainha de má qualidade. Neste caso a criação não é nem abundante nem compacta. Claramente há uma série de gradações de acordo com o estado mais ou menos avançado de decadência da rainha. É verdade, como não poderia deixar de ser, que a própria natureza encontrou a sua solução para este problema, levando as abelhas a substituir naturalmente a rainha inútil. Muitas vezes as abelhas fazem estas novas rainhas sem que o apicultor chegue a aperceber-se. Sabemos que, em certas colmeias, por várias temporadas consecutivas há sempre boas rainhas, sem a nossa intervenção. Mas, noutros casos, as abelhas chegam demasiado tarde, quando a decadência real já se arrasta há demasiado tempo atrasando toda a colónia, enfraquecendo-a de uma forma que se não interviermos deixará de ter condições para se tornar uma colmeia produtiva. Portanto, sempre que observarmos uma mancha de criação escassa e dispersa devemos pensar em criar as condições para as abelhas (ou nós próprios) mudarem esta rainha antes da sua exaustão se refletir em maior medida na colónia.

Nota: post inspirado por Manuel Oksman.

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